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Militares da GNR detidos por tráfico de pessoas ameaçavam e agrediam imigrantes a mando do líder do grupo

Guardas agiram como mercenários, batendo e amedrontando trabalhadores perto de Beja. O seu ‘patrão’ gabava-se ter na mão 15 elementos da GNR, dois da PSP e até uma procuradora do Ministério Público

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