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Apoio do governo do PT à ditadura de Cuba custou bilhões retirados da saúde e da educação dos brasileiros

Calípolis é a cidade ideal, imaginada por Platão em “A República”, onde quem governa são as figuras públicas conhecidas como reis-filósofos, longamente preparados, por estudo e experiência, para exercerem com sabedoria, justiça e desprendimento a arte de governar.

É evidente que a Cidade (ou Estado) imaginada pelo pai da filosofia ocidental é utópica, um limite desejável, na fronteira da realidade.

Mas podemos inferir que quanto mais distante da figura do rei-filósofo for um governante real, mais distantes serão os resultados de seu governo para o bem-estar dos governados, menos lhe interessará o bem da comunidade como um todo e mais cuidará esse governante de seus interesses próprios e dos que lhe são próximos. Menos verá sua tarefa como uma missão superior, mais se aproveitará dela e mais se aferrará ao poder.

Nossos últimos governantes têm se inscrito nessa infeliz lista de reis-filósofos ao contrário. Fernando Henrique Cardoso, o mais intelectualizado deles, deixou de lado o bom, o belo e o verdadeiro para se beneficiar, às custas do Estado, de uma reeleição que só trouxe vantagens a ele e aos que se sucederam.

FHC foi responsável por privatizações discutíveis, entre outras ações polêmicas.

Lula da Silva e Dilma Rousseff, para não citar outros, no que se refere a estudo, conhecimento, inteligência, ética e desprendimento, se aproximam, a ponto de toque, do oposto aos reis-filósofos de Platão.

Tomemos como exemplo nossa “presidenta” Dilma Roussef, que governou de 2011, quando foi eleita pelas mãos de Lula, até 2016, quando foi deposta por impedimento, tendo nesses cinco anos enriquecido o folclore político nacional em ridículo, ignorância e incompetência a ponto de ter sido rejeitada até por um Congresso que nunca foi famoso pelo cuidado com a coisa pública e nem pela vigilância sobre o Executivo.

Algumas de suas ações se classificam entre aquelas de benefício próprio, outras de prejuízo dos governados, coisa e outra contrárias ao que se deseja de um governante esclarecido e muito mais contrárias ao que faria um rei-filósofo ideal de Platão.

Quando se estabeleceram as chamadas “Comissões da Anistia”, grupos de esquerdistas se vingaram da decepção de não implantarem aqui uma ditadura stalinista, forjaram histórias e distribuíram a si mesmos dinheiro público a rodo.

Dilma Rousseff, que já era próxima do poder, não perdeu tempo. Declarou-se “perseguida pela ditadura” e exigiu reparações (isso mesmo, no plural) em dinheiro. Se o leitor consultar um site de inteligência artificial, verá que a ex-presidente obteve as seguintes compensações financeiras dessas “Começões da Anistia”:

— Indenização da Comissão Federal de Anistia (maio de 2025): R$ 100.000,00

— Indenização da Justiça Federal — danos morais (dez. de 2025): R$ 400.000,00

— Pensão Mensal, pelos mesmos motivos (dezembro de 2025) — ainda não fixada.

— Pensões dos Estados onde esteve presa (Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul) (em várias datas): R$ 72.000,00.

Platão: um dos grandes filósofos gregos | Foto: Reprodução

Mais de meio milhão de reais de dinheiro de impostos recolhidos às vezes com dificuldade, por brasileiros os mais humildes, sacrificando a mesa de cada dia e a educação dos filhos, para satisfazer o egoísmo e a vaidade de uma governante.

Com o agravante de que, como “ex-presidenta”, Dilma Rousseff recebe um auxílio administrativo (funcionários federais e veículos à sua disposição) que supera R$ 1,5 milhão ao ano. Isto sem falar na sinecura com que foi brindada por Lula, a presidência do Banco dos Brics, com sede na China, onde recebe cerca de R$ 300.000,00 ao mês. Sem nenhuma experiência ou qualificação para o cargo, diga-se.

Se o leitor se espantou, aguarde. Isso pouco ou nada representa perante as concessões que a “presidenta” fez, da maneira mais descuidada, com a maior desfaçatez, com o dinheiro dos trabalhadores brasileiros a companheiros de crença comunista fora de nossas fronteiras. Algo de deixar o rei-filósofo aturdido e revoltado.

Benefícios de avô para neto: Cuba e Paraguai

1

Em 2011 aumentou a tarifa paga ao Paraguai pela energia comprada pelo Brasil proveniente de Itaipu, antecipada e indevidamente, ao arrepio do próprio tratado internacional, que previa qualquer revisão somente para 2023. Beneficiou o presidente então do Paraguai, o bispo comunista Fernando Lugo, que balançava no cargo e acabou deposto. Mais de R$ 2,5 bilhões de dólares do trabalhador brasileiro lançados no desperdício.

2

Em 2012, Dilma Rousseff foi a Cuba, e fez um empréstimo do BNDES de 1 bilhão de dólares para modernizar um porto marítimo cubano, mesmo sabendo que os portos brasileiros pediam investimento e que a ditadura da ilha nunca pagaria o tal “empréstimo” (como não pagou).

3

Em 2013, fez um convênio também com a ditadura cubana para o programa Mais Médicos cuja finalidade última foi a de transferir ao governo de Cuba uma substancial quantia, subtraída aos médicos-escravos e ao trabalhador brasileiro. Calcula-se que a barretada nos custou mais de 1 bilhão de dólares.

Dilma Rousseff foi uma verdadeira antípoda do sábio e competente rei-filósofo de Platão. E Lula? –  Poderia o leitor perguntar. Sem dúvida supera a pupila – seria o resumo da resposta -, em façanhas negativas como as aqui descritas. E exigiria não só um artigo, mas vários, para um relato completo.

                          

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