Estado nega indícios de atentado do PCC após texto circular em grupos
Uma mensagem que circula em grupos de WhatsApp alerta para um possível atentado contra agente da segurança pública em Mato Grosso do Sul. O texto atribui o suposto plano a integrantes da organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e aponta risco entre as próximas 24 e 48 horas. O texto, no entanto, não informa qual força seria alvo nem define pessoa específica ou região do Estado. O conteúdo registra que há informe indicando que integrantes da facção estariam planejando possível atentado contra agente da segurança pública sul-mato-grossense. O texto afirma que não existe confirmação sobre qual força policial seria visada. A mensagem também destaca que não há definição sobre o local onde o eventual ataque poderia ocorrer. Segundo a própria mensagem, as informações são preliminares. O texto recomenda atenção redobrada, especialmente em áreas onde ocorreram confrontos recentes ou ações que impactaram atividades da organização criminosa. A orientação prevê comunicação imediata de qualquer situação suspeita aos escalões competentes. Diante da circulação do aviso, a Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) informou ao Campo Grande News que acompanha a situação. Para a reportagem, o superintendente de segurança Wagner Ferreira da Silva discorreu que não há confirmação do conteúdo que circula nos grupos. "Estamos acompanhando, mas até agora nenhum indicativo. Essa mensagem surgiu em grupos e WhatsApp, mas até agora nem a origem está definida. Não há nenhum outro indicativo que confirme a informação". Sobre a conduta das forças de segurança, a pasta informou que a orientação segue o procedimento padrão da atividade. Wagner afirmou que a orientação aos policiais é de cautela, como é muito comum para a atividade. "Vez por outras isso tem ocorrido. Somente uma recomendação por parte das forças, já que isso é um procedimento padrão". O superintendente também informou que não houve adoção de medida extraordinária no Estado. Segundo ele, os órgãos de inteligência estão alertados e acompanhando a situação. "Até o momento, não há confirmação de ameaça concreta contra agentes da segurança pública".