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Mais minerais e negócios, direitos humanos em segundo plano: a política “transacional” (e ideológica) de Trump para África

A África de Donald Trump é um continente sem ilusões, que deixa para trás, em parte, a ajuda ao desenvolvimento e a promoção da democracia. A Casa Branca adotou uma estratégia de “comércio, não ajuda”, substituindo o que via como “esmolas” por mais foco em matérias-primas, energia, controlo migratório e competição com a China. Há também uma componente ideológica muito forte no relacionamento do Presidente dos EUA com determinados países africanos

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