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Direitos garantidos da comunidade trans têm de ser respeitados

Folha 
Só no ano passado, pelo menos 80 pessoas trans e travestis foram assassinadas no Brasil, segundo o dossiê da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) divulgado neste mês. Embora o número seja o menor registrado nos últimos dez anos (queda de 34% em relação a 2024), o país continua liderando globalmente o ranking dos assassinatos contra trans e travestis, posição que ocupa há quase duas décadas. O dossiê indica o perfil das vítimas da violência em 2025: jovens de 13 a 29 anos, a maioria negras, empobrecidas, nordestinas e assassinadas de forma cruel em espaços públicos. Leia mais (01/29/2026 - 08h00)

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