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Nove dias após operação, herdeiro volta à pesca

Vida que segue – Nove dias depois de ser alvo de operação policial contra fraudes financeiras, o herdeiro Gabriel Zahran voltou às pescarias. Vai passar o fim de semana com o anzol no mar. Na sexta-feira, arrumou as malas e postou “bora pra mais uma”. Gabriel é adepto da pesca marítima.  Mandou mal  - Na briga judicial contra a prefeitura após reajuste do IPTU, a experiência definiu o desempenho. Em uma das investidas, a ADVI (Associação dos Advogados Independentes) entrou com ação civil pública para barrar a taxa do lixo, que foi somada ao imposto, mas errou o instrumento. A Justiça nem analisou o mérito e extinguiu o processo por entender que ação civil pública não é via adequada para discutir tributo.  Mandou bem - Já a OAB-MS fez o caminho certo. Com mandado de segurança coletivo, focado no IPTU, conseguiu liminar parcial que limita a cobrança à inflação e barra aumentos extras sem transparência, além de impedir negativação de quem pagar o valor básico.   Calados - Tribunal de Justiça se cala e o Ministério Público Estadual garante que está com tudo em ordem e não vai ser impactado por decisão do ministro Fábio Dino sobre penduricalhos que criam supersalários nos três poderes, Apesar de um dia solicitando posição do TJMS, o Judiciário segue mudo sobre o assunto, assim como todas as outras vezes que foi questionado sobre vantagens consideradas descabidas. Dentro da lei -  Já o Ministério Público garantiu que "as verbas de natureza indenizatória eventualmente pagas no âmbito do MPMS estão previstas em lei e devidamente regulamentadas". A decisão liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal atendeu reclamação levada à Corte pela Associação dos Procuradores Municipais do Litoral Centro Sul do Estado de São Paulo.  No limbo  - Totens de R$ 2,3 milhões do Detran ficam no limbo e processo é arquivado. O Departamento teve pregão eletrônico rejeitado pelo Tribunal de Contas do Estado em controle prévio. O certame previa a contratação de totens de autoatendimento digital, mas a área técnica apontou falhas no edital. Arquivado - Os problemas foram ausência de previsão no Plano de Contratação Anual, falta de envio da minuta do contrato e exigências pouco objetivas sobre regularidade fiscal. Intimado, o Detran informou que o pregão estava suspenso. Como o edital não foi republicado, o Tribunal decidiu arquivar o processo por perda de objeto, fazendo apenas recomendação para que as falhas sejam sanadas caso a licitação seja retomada. Novatos  - Com a eleição no horizonte, o RenovaBR faz escala em Campo Grande na segunda (9) e terça-feira (10) para divulgar o curso gratuito que prepara interessados em disputar cargos em 2026. A visita integra um giro por nove estados e inclui encontros com lideranças já formadas pela escola e apresentação do processo seletivo, aberto até 22 de fevereiro. Casting -  Em Mato Grosso do Sul, o RenovaBR soma sete nomes formados, entre eles dois deputados federais e vereadores da Capital. A aposta da organização é reforçar a vitrine em um ano de campanha antecipada, com formação focada em temas como segurança pública, combate à corrupção e meio ambiente. Política em sala de aula, com calendário e método. Software contra o crime  - O Ministério Público de Mato Grosso do Sul treinou promotores e investigadores para usar um software capaz de rastrear dinheiro do crime no mundo digital. A capacitação, realizada pela Escola Superior do MPMS, focou no uso da ferramenta Reactor, da Chainalysis, voltada a investigações de fraudes, lavagem de dinheiro, corrupção e financiamento ilegal com criptoativos. A ideia é clara: se o crime migrou para o ambiente virtual, a investigação precisa ir atrás com tecnologia de ponta. Criptomoedas - Durante o curso, participantes de vários estados aprenderam a mapear transações em blockchain, livro-caixa digital público e impossível de adulterar, além de identificar responsáveis e seguir o rastro do dinheiro digital. Promotores destacaram que o uso de criptomoedas tornou o crime mais sofisticado e difícil de combater, o que exige preparo técnico real, não discurso. Em resumo, o MP tenta reduzir a distância entre o avanço do crime organizado e a capacidade do Estado de investigá-lo.

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