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Ex-diretor do FBI, Robert Mueller morre aos 81 anos nos EUA

O ex-diretor do FBI, Robert Mueller, morreu neste sábado, 21, aos 81 anos, segundo informações de familiares à imprensa norte-americana. A causa da morte não foi divulgada.

Mueller deixa a esposa, Ann Cabell Standish, com quem foi casado por quase 60 anos, além de duas filhas e três netos.

Em publicação nas redes sociais Truth Social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou estar “contente” com a morte do ex-diretor e conselheiro especial. “Robert Mueller acaba de morrer. Que bom, estou contente que ele esteja morto. Ele não pode mais prejudicar pessoas inocentes!”, escreveu.

Mueller comandou o FBI entre 2001 e 2013, após ser nomeado pelo então presidente George W. Bush. Em 2017, foi designado como conselheiro especial para investigar a suposta interferência da Rússia nas eleições presidenciais de 2016 e possíveis conexões com a campanha de Trump.

As investigações apontaram campanhas de desinformação nas redes sociais com o objetivo de influenciar o processo eleitoral norte-americano. Ao todo, 34 pessoas foram acusadas e três empresas envolvidas, com sete confissões registradas. O relatório final, no entanto, não comprovou a participação direta de Trump nem concluiu se houve coordenação com o seu conhecimento.

Antes da carreira jurídica, Mueller serviu como fuzileiro naval na Guerra do Vietnã, onde recebeu condecorações como a Estrela de Bronze, o Coração Púrpura e duas Medalhas de Mérito da Marinha. De volta aos Estados Unidos, formou-se em Direito pela Universidade da Virgínia, em 1973, e construiu carreira como procurador federal, chegando ao cargo de procurador-geral adjunto no Departamento de Justiça.

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