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Briga familiar termina com vigilante morto asfixiado por genro

O vigilante Fábio Júnior de Souza Feitosa, de 44 anos, morreu na noite de domingo (18) após ser imobilizado pelo genro Paulo Gustavo Franco Campos, de 19 anos, durante uma briga em frente a uma residência na região da Rua Ademir Bertoni, Bairro Jardim Tarumã, em Campo Grande. Segundo o boletim de ocorrência, a PM (Polícia Militar) recebeu um chamado por volta das 21h30 para atender uma denúncia de violência doméstica. No local, os policiais encontraram Paulo imobilizando Fábio no chão, usando as pernas para contê-lo.  Após ordem verbal, o jovem soltou a vítima, que já estava sem sinais vitais. O Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) foi acionado e a médica responsável confirmou o óbito ainda no local. Em depoimento à polícia, Paulo afirmou que horas antes havia presenciado a Polícia Militar conduzir a esposa de Fábio e uma vizinha, que teria sido agredida pelo vigilante, até a DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher). O rapaz disse que permaneceu na casa com a namorada e familiares da jovem. Ainda segundo o registro policial, o rapaz foi ao mercado e, por volta das 21h30, retornou. No momento em que chegou, encontrou Fábio já alterado, discutindo com a filha de 15 anos e exigindo o celular dela. Ao tentar intervir, Paulo afirma ter sido ameaçado e atingido na boca com um capacete, o que teria dado início à luta corporal. O jovem disse que sua intenção era apenas imobilizar o agressor até a chegada da polícia e que pediu ajuda aos vizinhos. Um morador confirmou a versão e relatou que o comportamento agressivo de Fábio era frequente. A esposa da vítima estaria na delegacia solicitando medida protetiva contra ele no momento da ocorrência. Paulo apresentava lesões aparentes, como marcas de mordida no braço e na mão, arranhões no peito, no pescoço e ferimento no queixo. A Polícia Civil ouviu Paulo, incluiu-o como suspeito e o liberou após prestar depoimento.

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