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As epidemias na história do MS. Cuiabano não tomava vacina

O Mato Grosso do Sul nas páginas da história era considerado um lugar quase isento de epidemias, muito salubre. A varíola apareceu pela primeira vez na extensa região em 1.814, causando apenas quarenta mortes na numerosa guarnição do Forte do Príncipe da Beira, então localizado no vizinho Mato Grosso, atualmente em Rondônia. Nenhum sul-mato-grossense faleceu devido a essa doença. A volta da varíola e o cuiabano que não tomava vacina. Reaparece em 1.867 com o regresso à Cuiabá da força expedicionária que atacou os paraguaios em Corumbá. Diz o documento histórico: “Sendo até essa época a população do norte infensa aos benefícios da vacina que sistematicamente repelia, o numero de óbitos em pouco mais de 3 meses atingiu à uma cifra superior a 6.500”. Posteriormente, em 1.901 e 1.907 a varíola irrompeu novamente, mas não ocasionou novos óbitos. A vacina contra a varíola chegou ao Brasil em 1.804. A vacina contra a varíola chegou da Europa, através da Missão Artística Francesa, em 1.804. Tornou-se obrigatória para as crianças em 1.837 e para os adultos em 1.846. Cuiabá, sempre seguindo os usos e costumes do Rio de Janeiro, não aceitou bem a inoculação da vacina. O Mato Grosso do Sul não ofereceu rejeição alguma. O cólera. O cólera que muitas vidas ceifou à coluna militar que lutou em 1.867, determinando a heroica Retirada da Laguna, foi pela segunda vez introduzido em 1.887, ficando porem circunscrito à Corumbá e a municípios do vizinho Mato Grosso. Todavia, foi debelado em curto espaço de tempo, não ultrapassando à pouco mais de doze o número de casos fatais. A salubridade do Mato Grosso do Sul sempre foi exemplar. Conversa fiada de europeu. O único debate que existiu foi sobre a salubridade no Pantanal. Essa discussão ocorreu devido a uma publicação na Europa afirmando que essa região era doentia, insalubre. Todavia, as estatísticas nunca confirmaram a noticia europeia.

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