A obra provisória que virou permanente
Não há mais marcas de água suja nem de lama nas paredes, mas quase todas as conversas em Porto Alegre terminam com alguma menção (ou muitas) à enchente de maio de 2024. Mesmo as chuvas de verão, menos destrutivas do que as do Sudeste e comemoradas por aliviar o calor escaldante típico do Rio Grande do Sul, trazem o medo de uma nova tragédia.
Leia mais (01/30/2026 - 21h08)