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Nem só de cachaça se faz o Carnaval e lanches rápidos têm salvado folião

Nem só de bebedeira se faz o Carnaval. Em meio ao batidão dos blocos, o folião de Campo Grande tem mostrado que também está atento à importância de forrar o estômago para aguentar a maratona de festas. No Carnaval de Rua da Capital, barracas foram montadas dentro e fora do espaço dos blocos, com opções rápidas que ajudam a preparar o corpo para a folia, ou a recuperar as energias durante o fervo. Tem espetinho, cachorro-quente, pastel, mini salgados e até acarajé. Para quem prefere adoçar a noite, tem barraca de churros, crepes e bolos. Apesar de as barracas de bebidas ainda serem maioria, os vendedores garantem que o pessoal tem lembrado de comer, principalmente do meio para o fim da festa, o que é indispensável para uma folia mais segura. “Bebe primeiro, come depois” - Tradicional no Carnaval de Campo Grande, Zezé do Acarajé, confirma que o copo ainda sai na frente do prato. “Carnaval geralmente o pessoal quer beber. Eles bebem mais do que comendo. Isso é verdade”, afirma. Segundo ela, o movimento da comida começa a crescer depois das 9h da noite. “No início, todo mundo está com o copo na mão, aí depois das 9h bate a fome e correm pra comer”, conta. Para Zezé, consciência deve ser essencial durante os dias de festa.. “Tem que ter responsabilidade e vir comer o acarajé”, brinca. O acarajé completo sai por R$ 30. Já o abará, feito com a mesma massa, mas cozido no vapor e envolvido na folha de bananeira, custa R$ 20. Pastel de queijo lidera pedidos  - Na barraca de Liliane Manczur, o pastel é o campeão de saída. Ela  vende pastel e refrigerante, além de dividir espaço com o cachorro-quente. O pastel custa R$ 15, enquanto o cachorro-quente varia entre R$ 10 e R$ 15. “O pessoal tá procurando comida, sim. O pico das vendas começa cedo, dá uma paradinha e em torno de 8h30 para frente, é a pausa da bebida”, explica. Ela conta que vende pastel de carne, queijo e pizza, e o pastel de queijo é o mais pedido. “É o que mais sai, principalmente no fim da festa”, detalha. Estreante nas vendas de Carnaval, Edson Sauceiro levou mini salgados para salvar os foliões e diz que o movimento tem sido bom “Estão lembrando de comer sim. Tá vendendo bem”, garante. O cardápio tem cerca de oito tipos. Tem coxinha de frango e de carne, quibe, pastelzinho de presunto e queijo, de salsicha, só queijo, além de bolinho de queijo e de carne. Assim como os colegas, ele observa que a fome aperta mais tarde. “O pessoal começa a comer lá pelas 10h, 11h, quase no finalzinho”, relata. Mesmo assim, o vendedor considera a experiência positiva. “Tá ótimo. Se ano que vem tiver de novo, eu venho. Vou até melhorar a estrutura”, planeja. Vendendo crepe suíço pelo segundo ano consecutivo, Isaque de Almeida diz que o Carnaval é a melhor época para o negócio. “Para mim é a melhor época para vender crepe. Vendo bem para caramba”, afirma. Os sabores salgados são presunto e queijo, pizza e calabresa com queijo e custam R$ 10. Já os doces, como chocolate ao leite e chocolate branco, saem por R$ 12. Os mais procurados são pizza e presunto e queijo. “O pessoal gosta mais de beber no começo. Quando tá quase chegando no finalzinho aí faz fila para comer”, conta. Para ele, o comportamento mostra responsabilidade. “Eles lembram de comer no finalzinho para não passar mal”, finaliza. Acompanhe o  Lado B  no Instagram @ladobcgoficial , Facebook e  Twitter . Tem pauta para sugerir? Mande nas redes sociais ou no Direto das Ruas através do WhatsApp  (67) 99669-9563 (chame aqui) . Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para entrar na lista VIP do Campo Grande News . 

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