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Все новости

Observador 

"Adiós" Xabi Alonso, "Hola" Álvaro Arbeloa

Florentino Pérez não perdoa. Depois de uma derrota frente ao Barcelona, anunciou a saída de Xabi Alonso e a contratação de Álvaro Arbeloa, que é já o 15º treinador da sua era. E onde anda Balotelli?

Folha 

Podcast analisa o 'molho' de 'O Agente Secreto' e Wagner Moura e a chance no Oscar

"O Agente Secreto" superou o fenômeno de "Ainda Estou Aqui" em 2025 e encerrou a cerimônia do Globo de Ouro com dois troféus: melhor ator em filme de drama, para Wagner Moura, e melhor filme em língua não inglesa. A produção também concorreu na categoria de melhor filme de drama, na qual perdeu para "Hamnet: A Vida Antes de Hamlet". Leia mais (01/13/2026 - 05h00)

Observador 

Tamagochi celebra 30 anos e volta a fazer sucesso

O brinquedo eletrónico japonês, que fez sucesso na década de 1990, celebra agora 30 anos com as vendas em crescimentos. E a app chinesa "Are You Dead?" que está a ser um sucesso entre os mais jovens.

Expresso 

Inês Aires Pereira: “Se calhar não estou aqui para fazer arte e ir para o Teatro Nacional. É para ser livre e ajudar mais mulheres a não se sentirem sozinhas”

No primeiro episódio de 2026 do Humor À Primeira Vista, Gustavo Carvalho entrevista Inês Aires Pereira, atriz e autora de “Namastê”. Após um período conturbado na vida pessoal e profissional, um retiro espiritual no Brasil despertou a ideia para o espetáculo, o primeiro a solo, num registo próximo de stand-up comedy

Observador 

Lugar ao sol de Cotrim pode queimar?

Pode e por diferentes razões. Começando pelo hipotético apoio a Ventura e terminando na acusação de assédio. Cotrim negou, mas viu-se obrigado a jogar à defesa uma vez mais. E andamos a morrer muito?

Publico 

Os desafios climáticos para 2026

Cenário atual, com recuo de vários países nas políticas de redusção do uso de combustíveis fósseis, exige esforço extra da Organização das Nações Unidas (ONU) e de defensores do clima. Opinião de Júlia Fonteles

Expresso 

E se fosse aqui?

E se fosse nos Açores? Por isso, nos últimos dias, começaram a ouvir-se vozes de vários líderes europeus a colocar uma questão que durante muito tempo pareceu impronunciável: o que pode cada país fazer relativamente às bases militares estrangeiras instaladas no seu território? Que margem existe quando essas bases passam a ser associadas a decisões estratégicas que o próprio Estado não controla, não decide ou não reconhece como suas?