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Previdência chilena, modelo para Bolsonaro, é a raiz dos protestos

"Os manifestantes veem que seus pais e avós recebem aposentadorias de miséria, 80% delas abaixo do salário mínimo e 44% da linha de pobreza. Percebem que, dessa forma, não há capacidade de sobreviver dignamente”, diz Andras Uthoff, professor da Faculdade de Economia e Negócios da Universidade do Chile e doutor em Economia pela Universidade de Berkeley, para quem o descontentamento com o sistema de previdência é uma das razões que tem levado milhares às ruas no Chile.

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