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"História não perdoará quem apoio o genocídio promovido por Israel em Gaza", diz Snowden

Em um comentário no X, Snowden destacou que a ordem internacional está desmoronando

247 – O renomado ex-analista de inteligência Edward Snowden expressou veementes críticas ao apoio de países ocidentais ao que ele descreveu como "genocídio" promovido pelo governo de Israel contra o povo palestino em Gaza. Em um comentário no X, Snowden destacou a decisão dos governos dos EUA, França e Alemanha de desculpar a violência em vez de confrontar um aliado, considerando-a uma traição aos princípios de uma "ordem baseada em regras".
A afirmação de Snowden sobre a falência da "ordem baseada em regras" ressoa profundamente, sugerindo que os padrões éticos e morais internacionais foram sacrificados em favor de alianças políticas. Ele critica abertamente a postura dos Estados Unidos, França e Alemanha, países historicamente considerados defensores dos direitos humanos, por optarem por desculpar ações que, segundo ele, constituem genocídio.
O denunciante, conhecido por revelar programas de vigilância em massa conduzidos pela Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA), enfatizou que a decisão destes países em não responsabilizar Israel pelo que ele descreve como um "espetáculo mortificante" será lembrada de forma desfavorável pela história. Snowden ressalta que a busca por uma ordem global justa e baseada em regras foi comprometida quando a política prevaleceu sobre a justiça e a ética.
A questão central levantada por Snowden é a aparente contradição entre os valores defendidos pelos governos ocidentais e suas ações na arena internacional. Ao escolherem não condenar as ações de Israel em Gaza, esses países estão sendo acusados de abandonar os princípios que supostamente sustentam. Confira:
The final pretense that there exists a "rules-based order" collapsed with the decision of the governments of the US, France, and Germany to excuse a genocide rather than inconvenience an ally.A mortifying spectacle that not even history will forgive.— Edward Snowden (@Snowden) January 20, 2024

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