A inteligência artificial e o futuro estratégico da advocacia
Um interessante artigo de Felipe Ochman ("O paradoxo do estagiário", 10/5), publicado nesta Folha, chama a atenção para o impacto da inteligência artificial para a formação dos estagiários de direito. Seus argumentos estão corretos, mas este impacto pode ser estendido a todas as áreas da prática jurídica.
A inteligência artificial, de forma silenciosa, muda o centro de gravidade das profissões jurídicas. O risco não é apenas o desaparecimento do estagiário que fazia pesquisa jurisprudencial, revisava contratos ou acompanhava processos no fórum. O problema maior é que a terceirização cognitiva começa a atingir também a criatividade, a formulação estratégica e o julgamento profissional. Leia mais (05/16/2026 - 22h00)
A inteligência artificial, de forma silenciosa, muda o centro de gravidade das profissões jurídicas. O risco não é apenas o desaparecimento do estagiário que fazia pesquisa jurisprudencial, revisava contratos ou acompanhava processos no fórum. O problema maior é que a terceirização cognitiva começa a atingir também a criatividade, a formulação estratégica e o julgamento profissional. Leia mais (05/16/2026 - 22h00)