Quantas Marias Eduardas ainda precisam morrer?
É muito legal contar as façanhas de montanhistas, trilheiros, voadores e praticantes das mais diversas modalidades de esportes de aventura. Era sobre algo assim, algo legal, que eu tinha me programado para escrever neste cantinho que me cabe semanalmente. Só que não é nada legal passar batido por mais uma morte como a da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, arremessada de uma ponte abandonada na região de Limeira, no interior de São Paulo, e morta aos 21 anos pela irresponsabilidade, a imperícia e/ou a desatenção de uns cidadãos que vendiam a promessa de adrenalina a 40 metros de altura, e que esqueceram do mais básico do básico: prender a corda ao corpo da menina antes de jogá-la ao vazio.
Leia mais (06/17/2026 - 23h00)