Não há mais tempo para plano B na Previdência, dizem economistas
O governo tem um prazo bem estreito, inferior a cinco meses, se quiser aprovar no Congresso a maioria das medidas que compõem a nova agenda econômica anunciada como estratégia para minimizar o fracasso da votação da reforma da Previdência, avaliam economistas ouvidos pela Folha.
Leia mais (02/21/2018 - 02h00)