Há ler e ler, há ir e volver
Dizem que o verão chegou e o calendário parece confirmá-lo, ainda que a sua face visível tenha andado tão invisível quanto o homem saído da imaginação de H.G. Wells. Seja como for, o tempo é de fazer malas e nelas reservar uma divisão para a chamada literatura de férias. Espero que esta modesta crónica cumpra o intento e facilite a escolha na hora da decisão