Marlene Monteiro Freitas ganhou um leão com asas mas não vai deixar de ir à caça
Quando o Leão de Prata da Bienal de Veneza (o primeiro de sempre para a dança portuguesa) lhe chegou às mãos, em Junho, já tinha estreado uma peça em Israel que foi toda uma educação política (além de coreográfica). A carreira promete prosseguir, fulgurante, para esta coreógrafa cujas peças têm a potência avassaladora, tão próxima da vida quanto da morte, dos Carnavais de São Vicente.