Mantido no comando da Renault apesar de prisão, brasileiro coleciona críticas internas
A decisão da montadora Renault de não afastar seu executivo-chefe, o brasileiro Carlos Ghosn, preso no Japão em novembro sob a suspeita de não declarar parte do que ganhava à frente da Nissan (que o demitiu), não deve ser tomada como sintoma de um mar de rosas na relação dele com a empresa francesa.
Leia mais (12/21/2018 - 14h42)