'Hoje olho para barata com compaixão', diz Cássia Kis, que faz monólogo sobre Manoel de Barros, poeta das ‘coisas desimportantes’
RIO — Poeta das miudezas, das “coisas desimportantes”, das palavras “de barriga no chão, tipo água, pedra, sapo”, Manoel de Barros (1916-2014) ouvia o sotaque dos rios e se emocionava mais com a velocidade das tartarugas do que com a dos mísseis....