Le Parc, morto aos 97, transformou o olho do espectador em matéria da própria obra
[RESUMO] Autor reconstitui a trajetória de Julio Le Parc, expoente da arte cinética que morreu na última semana, aos 97 anos. Em sua avaliação, o argentino radicado em Paris foi um experimentador que, durante sete décadas de produção artística, se ocupou do mesmo problema: o olho de quem olha, a única variável que lhe parecia comum a todas as pessoas, sem distinção de cultura ou fortuna.
Leia mais (06/06/2026 - 23h00)