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Ativismo identitário no caso Henry Borel mina a Justiça

Folha 
No desfecho jurídico da morte trágica de Henry Borel, o júri condenou a mãe do menino, Monique Medeiros, por omissão em tortura e por homicídio culposo. Mas a juíza, Elizabeth Machado Louro, concedeu perdão judicial nessa segunda condenação, alegando sofrimento da ré pela perda do único filho e perseguição misógina da opinião pública. Leia mais (06/07/2026 - 23h00)

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