Poeta Ana Paula Tavares cutuca as feridas históricas de Angola durante a Flip
A poesia de Ana Paula Tavares guarda muitas feridas. Ao ler seu trabalho, é possível antever as dores do colonialismo, mas também aquelas provocadas pelo patriarcado. Na tarde deste sábado (25), a poeta angolana refletiu sobre cada uma dessas chagas históricas em uma das mesas mais concorridas da Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip.
No auditório da Matriz, principal espaço do evento, centenas de pessoas se reuniram para ouvir a escritora. No telão posicionado no lado de fora, outros tantos admiradores se aglomeravam para acompanhar a mesa, mediada pelo poeta Tarso de Melo. Leia mais (07/25/2026 - 18h17)
No auditório da Matriz, principal espaço do evento, centenas de pessoas se reuniram para ouvir a escritora. No telão posicionado no lado de fora, outros tantos admiradores se aglomeravam para acompanhar a mesa, mediada pelo poeta Tarso de Melo. Leia mais (07/25/2026 - 18h17)