Não existe atalho para resolver os juros altos
Ganhou repercussão um texto do economista André Lara Resende propondo reduzir a Selic para 7,5% em doze meses e, depois, para uma faixa entre 3% e 5,5%. O ponto de partida é a dinâmica da dívida: o déficit primário está abaixo de 1% do PIB (Produto Interno Bruto), enquanto a conta de juros supera 8,8%.
Leia mais (11/03/2026 - 23h59)