10 razões para você ver as "Divinas Divas" no cinema
O documentário de Leandra Leal sobre travestis e transexuais pioneiras do teatro brasileiro estreia nesta quinta-feira (22).
O registro histórico.
"Divinas Divas" é uma reunião, 50 anos depois, da primeira geração de vedetes transexuais e travestis do teatro brasileiro: Rogéria, Jane Di Castro (foto), Divina Valéria, Camille K, Fujika de Halliday, Eloína dos Leopardos, Marquesa e Brigitte de Búzios. Este é um importante registro em filme de mulheres pioneiras e que poucas vezes tiveram a oportunidade de contar a sua história.
Divulgação/Divinas Divas
O Teatro Rival.
"Teatro não é herança, é missão". Com esta fala, Leandra revela um outro personagem do filme - o Teatro Rival que pertencia ao seu avô Américo Leal. Foi lá que, nos anos 1960, os primeiros espetáculos de travestis e transexuais do Rio de Janeiro surgiram.
Divulgação/Divinas Divas
A comédia.
Se tem uma coisa garantida em "Divinas Divas" é a risada. Atrizes acostumadas a fazerem rir nos palcos, elas agradam mesmo durante os ensaios e bastidores, quando esquecem da câmera e falam o que lhes dá na telha. Benefício da idade, elas não têm vergonha de serem elas mesmas.
Divulgação/Divinas Divas
O drama.
Ao longo de mais ou menos 70 anos de vida, estas mulheres acumularam histórias emocionantes de amizade e de amor. Foram problemas de saúde, mortes, casamentos, separações, desilusões. E em muitos momentos do filme fica difícil segurar a emoção.
Divulgação/Divinas Divas