“Mas será que precisava de três tiros? Só um spray de pimenta desmaiava ela, se fosse necessário, um tiro na perna. Mas não matava minha irmã. Era uma vida”. A pergunta “martela” na cabeça de uma mulher, de 28 anos, que não quis se identificar, ao reviver a morte de Gabriela dos Santos. A mulher trans de 27 anos morreu na tarde de segunda-feira (dia 16), no Centro de Campo Grande, nas proximidades da Praça Santo Antônio, área conhecida pela presença de usuários de droga. Em meio a tumulto durante abordagem da PM (Polícia Militar)... Читать дальше...